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Terça-feira, 30 de Março de 2010
ILHA FEITA DE TARTARUGAS....ESPECTACULO A NATUREZA

Desvendado o mistério da “ilha” feita de carapaças de tartaruga

A “ilha” existe apenas durante os períodos em que as tartarugas flutuam à superfície, sobretudo a meio do dia, coincidindo com o final de um longo período de natação em profundidades não aquecidas pelos raios solares. Nestas alturas, a exposição da carapaça à superfície permite aos animais um rápido aquecimento.

No Mar Mediterrâneo ao largo da costa da Líbia existe uma “ilha” a que os pescadores da zona se referem como “ilha das tartarugas” e que até agora estava envolta em mistério devido às suas características variáveis.

Com efeito, a “ilha” nem sempre existe, e muda frequentemente de tamanho e de forma porque não passa de uma aglomeração de tartarugas-comuns, Caretta caretta, a boiar, cuja carapaça fica semi-emersa, formando uma superfície cujas de dimensões e contorno se alteram com frequência.

Uma vez que as tartarugas-comuns são conhecidas por passarem a maior parte do seu tempo submersas e a grandes profundidades, a razão da formação desta “ilha” era um verdadeiro mistério que nem a bióloga Sandra Hochscheid, que estuda a espécie há mais de 10 anos sabia explicar.

Assim, a investigadora iniciou um estudo em que equipou 10 tartarugas com dispositivos de seguimento para poder acompanhar todos os seus movimentos. Os resultados confirmaram que a espécie passa a maior parte do tempo submersa – 98% do dia. No entanto, 82% do tempo que passa à superfície coincide com o meio do dia.

Segundo averiguou Sandra Hochscheid, as tartarugas emergem à hora em que o sol está a pique, sobretudo depois de passarem grandes períodos submersas nadando em profundidades que a luz do sol não alcança e que, portanto, são zonas “frias”. Nestas alturas a emersão parcial da carapaça permite-lhes um rápido aquecimento – o que explica por que razão emergem em grande número à mesma hora.

Pelo contrário, e segundo o artigo publicado na revista Journal of Experimental Biology onde os resultados do estudo foram publicados, as subidas à superfície durante a noite ocorrem depois de longos períodos de imersão em que os animais consomem todo o oxigénio armazenado nos músculos que, continuando em esforço, produzem ácido láctico – as emersões nocturnas permite aos animais a eliminação do ácido láctico acumulado.

Fonte: http://www.sciencemag.org/



publicado por LSP às 12:39
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